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domingo, 21 de outubro de 2012

This is universe



It’s beautiful, it’s colorful…
It’s the best thing that you will ever have.
Can you hear the silence? Can you see the stars above the clouds?
We’re all in it, we’re all from it, children of the universe.
The explosions of the sun, the movement, it’s all perfect.
The light mixed with the dark,
The holes… but above anything, there I feel complete.
We’re made of it, made from stars, fire, darkness and shine.
One day you will understand, give me your hand and we’ll walk together, jumping clouds, traveling through space.
And on this day, we’ll see that everything is ok.

domingo, 14 de outubro de 2012

Panquecas Americanas!


Muitas panquecas! Já havia um tempo que tinha visto na internet sobre festival de panquecas, e nesse feriado tive a oportunidade de colocar em prática.
O primeiro passo, além de chamar as pessoas, organizar o lugar etc... É fazer as panquecas! Eu escolhi fazer antes, mas como fazer panquecas é muito fácil, pode-se fazer também junto com os amigos.
Veja a receita que eu usei lá do Panela de Barros:

Panquecas Americanas

Ingredientes:

  • 1 e 1/3 xícaras de leite
  • 1 ovo batido
  • 1 colher de sopa de óleo
  • 1 e 1/3 xícaras de farinha de trigo
  • 1 colher de sobremesa de açúcar
  • 1 colher de sobremesa de fermento em pó
  • Calda de sua preferência


Modo de fazer:

Misture os sólidos em uma vasilha, e em outra misture os liquidos até formar um líquido uniforme. Depois jogue a mistura sólida na líquida até ser totalmente incorporada, mecha bem até criar uma mistura homogênea.



Em uma frigideira antiaderente, ao fogo baixo, coloque uma concha da massa (pode ser menos se quiser panquecas menores), ela se espalhará e começara a borbulhar, depois de certo tempo a massa soltara dos lados, você poe ir conferindo com uma espátula, quando a parte debaixo estiver dourada, pode virar a massa e esperar cozinhar do outro lado, até ter a sua panqueca no ponto desejado:


Resultado final:


Outra receita, desta vez adaptada por mim:

Panquecas Americanas de Chocolate

Ingredientes:

  • 1 e 1/3 xícaras de leite
  • 1 ovo batido
  • 1 colher de sopa de óleo
  • 1 e 1/3 xícaras de farinha de trigo
  • Chocolate em pó, ou achocolatado até dar uma cor de marrom escuro
  • 1 colher de sobremesa de açúcar
  • 1 colher de sobremesa de fermento em pó
  • Calda de sua preferência

Modo de fazer:
Misture os sólidos em uma vasilha e os líquidos em outra, siga os mesmos passos da panqueca normal, só coloque chocolate na mistura sólida e ao misturar com a líquida, se sentir necessidade, coloque mais chocolate:

Essa é a mistura sólida já que os procedimentos são os mesmos da panqueca americana normal.

Em uma frigideira antiaderente, a fogo baixo, coloque pouco menos de uma concha, não sei se foi por causa do chocolate, mas esse tipo de panqueca demorou mais a cozinhar e houve uma dificuldade maior para virá-la, por isso achei melhor diminuir a quantidade da concha, fica praticamente a mesma coisa de uma concha cheia da panqueca americana tradicional.
Depois de algum tempo a massa vai começar a borbulhar, com a espátula você já pode começar a soltá-la dos lados e conferir se já cozinhou embaixo, se sim, pode virá-la e esperar cozinhar por completo.


Resultado:

 Decorando...
O mais divertido, além de virar as panquecas, é decorá-las, comprei vários ingredientes:



Ideias: A panqueca é neutra vai bem com praticamente tudo, até com coisas salgadas, aqui alguns ingredientes:
Mel, leite condensado, geleia, calda para sorvete, chantily, nutella, Mapple Syrup ( é tipo um mel, bem tradicional dos Estados Unidos, é retirado de uma árvore específica, meio enjoativo, recomendo somente pela tradição), frutas, manteiga, pasta de amendoim, sorvete, queijos e derivados, ketchup e outros molhos, enfim! Solte a imaginação!

Reuni minhas amigas e cada uma decorou a sua maneira:


As decorações claro que não vão ser perfeitas, o que vale é o momento e a diversão obtida com ele, e eu recomendo fazer um festival de panquecas, garanto que vai ser muito divertido e diferente!

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Direitos humanos, eles realmente existem?


“Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade.”
                                                                                                        Artigo 1º - Direitos Humanos.

   Na segunda Guerra Mundial, ocorreu um dos maiores exemplos de atrocidades contra a pessoa humana, foram milhares de homens, mulheres, crianças, idosos, cobertos de pele, como eu e você, com sangue vermelho correndo pelas veias, como o meu e o seu, providos de sonhos, desejos e medos, semelhantes a qualquer um, conforme todos nós.
   Eles tiveram o direito à vida tomado de suas mãos de maneira cruel e fria, perdeu-se nesse momento o Homo Sapiens, o homem sábio, dando lugar a uma sequência de tragédias e acontecimentos em que todos pareciam cegos, apáticos perante a morte de seus semelhantes, somente por serem denominados de uma raça considerada impura.
   Após essa tão dolorosa época, reconheceu-se a necessidade do registro dos direitos inerentes e naturais ao homem. Assim, em 10 de Dezembro de 1948, a Assembleia Geral das Nações Unidas proclamou a Declaração Universal dos Direitos Humanos, preservando as gerações futuras do flagelo da guerra; proclamando a fé nos direitos fundamentais do Homem.
   Declarou-se o direito à liberdade, e vivemos presos, toda criança tem direito a educação e deve estar na escola, todavia uma parte delas está nas ruas perambulando sem perspectiva, sem instrução. Elas são humanas, têm direitos, mas são tratadas com indiferença, famintas não só de alimentos como de apoio e de cuidado.
   Todos são iguais, contudo a diferença é gritante, uns têm muito, outros nada, uns pagam por atendimento particular, outros morrem nas filas de espera. Em uma noite fria, enquanto nos deitamos e cobrimo-nos com um cobertor, pessoas de mesma natureza, deitam-se nos asfaltos gélidos. Somos iguais, você gostaria de ter uma noite de sono no asfalto? Trocaria seu conforto por esse estado?
   Retiram-se as roupas, os artigos de luxo e todas as outras coisas que nos distanciam, e têm-se a mesma essência universal, a mesma configuração biológica, e de acordo com o que foi positivado, os mesmos direitos.
  Eles existem, no entanto não são respeitados, seguidos e conhecidos. Ainda não saímos do holocausto, temos muito a evoluir, e hoje, representamos um grito dos que estavam mudos, prontos para lutar pelos Direitos Humanos, para que um dia possamos nos dar as mãos e perceber o quão linda é a grande família humana e que apesar de todas as singularidades, somos iguais, e devemos respeito, uns para com os outros, construindo assim a tão sonhada sociedade da fraternidade e do real bem viver.